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Trump anuncia hoje suas novas tarifas de política externa
Lorena Hakak
Folha
Eu cresci vendo os EUA como o país que lidera o mundo liberal e democrático. Foi o país que entrou em duas guerras para tirar a Europa do abismo. Por isso, para a minha geração, é difícil compreender o que vem acontecendo com a política externa americana.
O país ainda hoje exerce um papel importante como um dos principais atores na resolução de conflitos. Porém, em uma guinada, parece ter deixado de lado tanto seus aliados quanto seu discurso histórico. Dá a impressão de estar deixando um espaço vazio à mesa —porém, não existe vácuo em poder.
O aumento de tarifas anunciado pelo governo americano não condiz com o discurso de um país que se autoproclama liberal há tanto tempo. Trata-se de um retrocesso histórico.
CARTA DO ATLÂNTICO – Em 1941, o presidente Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill assinaram a Carta do Atlântico, na qual defendiam a promoção da cooperação econômica e da segurança entre os países em um futuro pós-nazismo.
Segundo o estudo Trade in War’s Darkest Hour (Organização Mundial do Comércio), “assim, Churchill e Roosevelt reconheceram a relação entre a colaboração econômica internacional e a paz e segurança duradouras”. De acordo com o mesmo estudo, esse acordo pode ser considerado o primeiro passo rumo às regras econômicas multilaterais do pós-guerra.
O que se sabia na época era que um aumento do protecionismo no pós-guerra poderia levar o mundo ao mesmo resultado econômico catastrófico vivido nos anos 1930.
PÓS-DEPRESSÃO – Após a Grande Depressão, a busca por acordos de livre comércio era fundamental para promover o crescimento econômico. O Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (Gatt) —precursor da criação da Organização Mundial do Comércio em 1995— foi estabelecido em 1947. O Brasil foi um dos signatários do Gatt e um dos membros fundadores da OMC.
As vantagens do comércio são conhecidas e podem trazer múltiplos benefícios aos países signatários. Ele eleva o bem-estar ao ampliar a concorrência, diversificar a oferta de bens e reduzir preços, o que aumenta a renda real.
Também pode funcionar como alternativa à imigração ao contribuir para a equalização salarial entre países.
DIREÇÃO OPOSTA – No entanto, a atual política americana segue na direção oposta, restringindo tanto o comércio quanto a imigração —um caminho com consequências negativas para sua economia. Além disso, acordos comerciais têm potencial político: podem aproximar antigos rivais, como mostrou a criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço em 1951, embrião da União Europeia, com França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo entre os signatários.
O Brasil pode se beneficiar da nova configuração da política internacional para buscar acordos comerciais. Um primeiro passo seria o Congresso ratificar o acordo de comércio com a União Europeia. O governo federal também poderia negociar um acordo com os Estados Unidos, reduzindo as tarifas aplicadas pelo Brasil sobre produtos americanos e, ao mesmo tempo, buscando evitar aumentos tarifários por parte dos EUA.
Além disso, o país poderia abrir as portas para uma nova onda de imigração. Como mencionei na minha coluna “E se a imigração for a solução?”, fluxos migratórios podem aumentar o dinamismo da economia. Para um país que está preso na armadilha da renda média há 40 anos, novos acordos comerciais e um novo ciclo migratório poderiam contribuir significativamente para o crescimento de longo prazo.
Piada do ano. Brasileiro querendo ensinar como deve funcionar a economia americana.
Achar que tudo no Brasil é ruim e nos EUA é a perfeição, faz parte do imperialismo americano. A economia dos EUA está indo ladeira abaixo, mas de forma lenta e gradual. Eles possuem uma dívida pública impagável. Um governo que não cuida da sua população com um sistema de saúde mercenário sem contar com o uso de drogas como fentanil.
EUA não possuem padrão, levaram as industrias para a Ásia achando que seria uma forma de aumentar seus lucros, mas a cultura asiática absorveu o conhecimento e transformou a China na fabricado do mundo. Agora os EUA querem trazer as indústrias de volta … só que não é bem assim que funciona.
Os EUA usaram a guerra da Ucrânia para quebrar a economia europeia e trazer suas indústrias para a américa. A indústria naval dos EUA está extinta, vão burlar as leis para reaparelhar a sua marinha que já não e a número 1 do mundo tentando construir navios mais caros na Coreia do Sul.
Sim, estamos vendo a queda do Império Romano, claro que isso vai acontecer de forma lenta e gradual. EUA hoje já não é xerife do mundo e o palco do poder está sendo divido com outras países que estão mostrando a sua força.
Calma, Sr. Salles
Nosso Grande e Espetacular Ecomunista a Ratazana Haddad vai dar uma aula de economia para os americanos…..
aquele abraço
O Brasil saiu na vantagem. A exportação de petróleo cru não foi taxada .
1) Tudo passa, ensinou o Buda no século 6 antes de Cristo…
2) Mais cedo ou mais tarde a liderança mundial dos EUA vai passar, talvez já esteja começando…
3) Só espero que eles não inventem mais uma guerra…
Professor Rocha,
Tudo passa, até a uva passa…
aquele abraço
Entender o que está acontecendo no governo americano é simples: Trump ganhou com uma margem enorme de votos, pregando exatamente o que está fazendo. Na época, teve a aprovação do povo.
O governo Biden, com a política de beneficiar “pobres, wokes, e uniao de trabalhadores contribuiu muito para tal resultado.
A esperança é que o povo se revolte contra as atuais demissões em massa e extinção de departamentos importantes para os USA. Isso já começou a acontecer e um exemplo foi a eleição de uma juiza para a suprema corte de Michigan, contrária á política do governo federal.
Uma sobrinha dele, psicóloga, declarou publicamente, por várias vezes, que ele é lelé da cuca! Estou inclinado a achar que ela está mais que certa!
Sr. Newton
Veja os Paladinos da Justiça, Ètica, Moral e dos Bons Costumes
“..Mulher de Moraes foi contratada por Banco Master…””
Com 7,6 bilhões de reais em papéis com vencimento entre janeiro e junho de 2025, a instituição financeira negocia a venda para BRB, um banco público
https://oantagonista.com.br/brasil/mulher-de-moraes-foi-contratada-por-banco-master/
O caso mais famoso é o de Dias Toffoli, que, em dezembro de 2023, suspendeu multas de R$ 10,3 bilhões da J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que haviam contratado a advogada Roberta Rangel, esposa do ministro do STF. Toffoli alegou que “há, no mínimo, dúvida razoável sobre a voluntariedade dos irmãos Batista” ao firmar a leniência, quando, na verdade, Joesley, a fim de lavar sua imagem e evitar maiores prejuízos derivados do envolvimento em suborno, antecipou-se em 2017, decidiu virar colaborador sem estar preso, gravou conversa com o então presidente Michel Temer e assinou o acordo junto com Wesley, ambos confessando pagamentos de propina.
Armando, isso deveria ser lido por todos os participantes do blog e comentado a sujeira judicial em Brasília. Marcília leu e comentou lá, como se dissesse “E eu vou lá encher a bola deste Armando ?”.
Difícil entender é o que acontece nesse País, onde os corruptos e bandidos são protegidos por nossa justiça
Sr. Conrado,
Vou dar uma dica:
$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
No meu entendimento é isso.
Acertei? rsrs
Um abraço,
José Luis
Caros tribunários,
Estivemos a um milímetro de realmente passar o país a limpo.
LEMBRAM DA CPI DA LAVA TOGA? Pois, é!
Aliás pra ser mais claro, não foi um milímetro, foi apenas uma assinatura.
Sim, faltou apenas uma assinatura pra revirar as vísceras do maldito judiciário!
Bom… não vou repetir aqui o caso pra não ficar enfadonho… mas vocês sabem muito bem quem foi o artífice dessa inacreditável e suja manobra.
Só vou relembrar o nome da figura pros mais esquecidinhos: FLÁVIO BOLSONARO.
Um abraço a todos os amigos tribunários,
José Luis
Senhor Claudio , as economias da ” Inglaterra e da França ” , entraram em parafuso a partir da guerra Ucrânia x Rússia provocada e iniciada pelos países acima mencionado , culminando na sabotagem e explosões dos gasodutos x oleodutos comuns Alemanha x Rússia perpetradas pela Ucrânia , privando os países- membros da comunidade Europeia a compra-los além mar muito mais caro , com o agravante de que se envolveram diretamente financiamentos (possivelmente a fundo perdido) na guerra Ucrânia x Rússia , arruinando ainda suas economias , inclusivo já ventilaram a possibilidade de sequestrarem as economias de seus respectivos povo para continuarem a financiar a Ucrânia indefinidamente , correndo o risco de disseminarem a guerra por toda Europa , por isso os EUA já apresentaram a fatura a ser paga pelo povo Ucraniano , cobrando os recursos financeiros já entregues ao governo Ucraniano , deixando os Europeus chupando dedos , pois com toda certeza a Ucrânia não terá como pagar seus financistas no pós guerra .
Senhor Claudio , as economias da ” Inglaterra e da França ” , entraram em parafuso a partir da guerra Ucrânia x Rússia provocada e iniciada pelos países acima mencionado , culminando na sabotagem e explosões dos gasodutos x oleodutos comuns Alemanha x Rússia perpetradas pela Ucrânia , privando os países- membros da comunidade Europeia de seus benefícios , obrigando-os a compra-los além mar muito mais caro , com o agravante de que se envolveram diretamente com financiamentos (possivelmente a fundo perdido) na guerra Ucrânia x Rússia , arruinando ainda mais suas economias , inclusive já ventilaram a possibilidade de (confiscarem) sequestrarem as economias de seus respectivos povo para continuarem a financiar a guerra Ucrânia x Rússia indefinidamente , correndo o risco de estenderem a guerra por toda Europa , por isso os EUA já apresentaram a fatura a ser paga pelo povo Ucraniano , cobrando os recursos financeiros já entregues ao governo Ucraniano , deixando os Europeus chupando dedos , pois com toda certeza a Ucrânia não terá como pagar seus financistas Europeus no pós guerra .