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Moraes e Toffoli estão na mira da CPI do Crime Organizado
Carlos Newton
Conforme anunciamos aqui na Tribuna da Internet, no final do ano passado, com absoluta exclusividade, a CPI do Crime Organizado pode revirar esse país pelo avesso e acabar com a chamada “Ditadura do Judiciário”. E não deu outra.
Logo em sua primeira sessão de trabalhos após o recesso, nesta quarta-feira (25), a CPI aprovou, de uma vez só, requerimentos para convocar ou convidar os principais envolvidos no caso Master, para que prestem depoimentos, incluindo Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, ministros do Supremo.
EM DESESPERO – Os dois ministros entraram em desespero, porque a CPI conseguiu aprovar também a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático do banco Master, da empresa Maridt Participações e da empresa Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.
Toffoli e os irmãos são sócios da empresa Maridt Participações. A Maridt integrou o grupo Tayayá Ribeirão Claro, responsável pelo resort no Paraná, e começou a vender sua participação no empreendimento em 2021.
O pior é que extratos bancários indicam que fundos de investimento ligados a Daniel Vorcaro, dono do Master, foram utilizados para realizar aportes milionários. Mensagens interceptadas mostram Vorcaro relatando cobranças de Toffoli e mencionando pagamentos divididos em “20 milhões lá atrás” e “mais 15 milhões”, muito depois de o resort ter sido vendido por Toffoli.
ENORME VEXAME – Pode-se alegar que o chamamento para depor em CPI é inócuo, porque o envolvido pode ganhar o direito de não comparecer ou de permanecer calado, mas apenas a convocação ou convite já é um enorme vexame, uma mancha indelével na biografia e uma prévia do que pode acontecer no futuro.
Constam da longa lista a mulher de Moraes, advogada Viviane Barci, assim como José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, irmãos e sócios do ministro Toffoli, o banqueiro Daniel Vorcaro e seus principais cúmplices.
O mais importante, porém, é que a CPI conseguiu aprovar também a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático do Master, da empresa Maridt Participações e da empresa Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.
LULA DERROTADO – Conforme informamos aqui na Tribuna da Internet, nesse episódio, saíram derrotados o presidente Lula da Silva; o ministro Rui Costa, da Casa Civil; os senadores Jaques Wagner, ex-líder da bancada petista, Randolfe Soares, líder do governo, e Davi Alcolumbre, presidente do Congresso. Mesmo com essa tropa de choque, Lula não conseguiu formar maioria na CPI.
E como relatou nesta quarta-feira o colunista Lauro Jardim, de O Globo, os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli também lutaram como leões para impedir que a comissão votasse as quebras de sigilos e as convocações para depoimentos, mas foi tudo em vão.
Motivo: esta CPI é muito diferente das demais. Está sob comando de dois delegados de Polícia (Fabiano Contarato e Alessandro Vieira) e de um general de quatro estrelas (Hamilton Mourão). Eles têm apoio de ampla maioria na comissão e podem conseguir levar as apurações até o fim.
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P.S. – Diante da realidade dos fatos, não tenham dúvidas. A CPI do Crime Organizado pode ser a mais importante comissão da História Republicana. Se o governo não conseguir “comprar” a maioria dos membros, a CPI poderá virar o país pelo avesso, em pleno ano eleitoral, e teremos de importar milho para pipocas. (C.N.)
Lula tentou, mas não enterrou Toffoli; agora terá de aguentar
Ministros são unânimes: Toffoli já não tem o que temer. O arquivamento do relatório da PF teve significado de “atestado de renascimento”
Petistas experientes, com gabinete no Planalto, já avaliam que Barba errou tentando interferir no STF para destruir e conseguir o afastamento de Toffoli do cargo.
Imaginou até que o relatório de 200 páginas entregue ao Fachin pelo diretor-geral da PF seria “tiro de misericórdia”. Não foi como imaginava.
Ele não contava com o espírito de corpo do STF e nem com a decisão do presidente do STF de arquivar e anular o relatório da PF.
Toffoli sabe como Barba, que não esconde seu rancor pelo ministro, tentou desestabilizá-lo, nomear Pacheco e acalmar Alcolumbre
O Planalto refaz contas e projeções de decisões do STF: já não poderá contar com Toffoli, que finalmente se afasta das origens petistas.
Barba sabe que, na 2ª Turma, atuam André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Gilmar Mendes e seu ‘dileto amigo’ Toffoli.
Fonte: Diário do Poder, Opinião, 25/02/2026 10:40 Por Cláudio Humberto
Sr. Newton
Por falar em Crime Organizado..
Veja que interessante está matéria e quem está atolado em corrupção, não ficamos surpresos porque sabemos como é o proceder dos comunistolas e seu projeto de roubo, furtos, trapaças, trambiques, estelionatos, fraudes, desvios de dinheiro públicos, genocidios, assassinatos, e roubo de novo.
Repare que sempre tem um “comunistola corrupto ” quando se trata de corrupção .
O corrupto é ligado ao Partideco Comunistola e tem os intestinos ligados com o França..
Veja também que não passa um dia sem ter corrupção no desgoverno do Gângster Don Narcoleone V…
Presidente do Porto de Santos recebeu cheque de propina do INSS, aponta PF…
“”…Advogado, Pomini foi indicado em 2023 ao cargo por Márcio França (PSB), atual ministro do Empreendedorismo, quando ele foi ministro de Portos e Aeroportos, e é próximo do ministro até hoje”…
https://noticias.uol.com.br/colunas/natalia-portinari/2026/02/26/presidente-do-porto-de-santos-recebeu-cheque-de-propina-do-inss-aponta-pf.htm?cmpid=copiaecola
aquele abraço…
Investigações da Polícia Federal (PF) apontaram que o grupo político liderado por Michel Temer exerceu influência por décadas no Porto de Santos, recebendo propinas de concessionárias em troca de favores, incluindo a edição do “Decreto dos Portos” em 2017, que prorrogava concessões. O caso ficou conhecido como Inquérito dos Portos.
Esquema de Influência: Relatórios da PF mostram que o grupo de Temer agiu por mais de 20 anos para obter vantagens financeiras de empresas portuárias, envolvendo aliados, “laranjas” e empresas de fachada.
Decreto dos Portos (2017): A investigação focou na assinatura de um decreto que beneficiava empresas como a Rodrimar, permitindo prorrogar contratos de 25 para até 70 anos.
Operação Skala: Em 2018, essa investigação resultou na Operação Skala, que prendeu aliados próximos ao ex-presidente.
Investigações e Defesa: Michel Temer foi indiciado em 2018 sob suspeita de corrupção, mas a defesa sempre negou as acusações, argumentando que as doações foram oficiais para campanhas políticas e que o decreto foi legítimo.
O caso indicou um controle político de longa data sobre a Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), responsável pela administração do porto.
” O homem que se vende, seja o mínimo que se pague por ele, sempre se estará pagando por mais do que vale”.
O Vorcaro parece que não conhecia o tal ditado e fez suas compras com preços superfaturados, queimando todo o capital de giro do banco.
As “compras” não garantiram o retorno e o infeliz consumidor do prestígio alheio, ficou pendurado no pincel.
As vezes fico a pensar como é que um indivíduo metido em altas transações monetárias, cai numa “esparrela” dessas.
Parece que era um tolo pensando ser um gênio das finanças.
É na verdade um otário, que pensava ser um malandro.