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Apesar dos obstáculosgovernistas se dizem otimistas
Carolina Linhares
FolhaO governo Lula (PT) chega a 2026 com medidas do seu pacote eleitoral pendentes no Congresso após um ano com dificuldade de formar maioria em meio à pressão da disputa que se aproxima. A base governista conseguiu aprovar em 2025 a principal promessa da campanha anterior, isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000, mas outros projetos que serviriam como vitrine na próxima eleição não foram concretizados.
A lista inclui propostas de segurança pública, tema que está no topo das preocupações do eleitor e em que a esquerda busca ganhar terreno —é o caso da PEC (proposta de emenda à Constituição) da Segurança Pública e do projeto de lei Antifacção.
PRIORIDADES – Outras medidas de apelo popular, como a tarifa zero no transporte público, o fim da escala 6×1, a regulamentação dos trabalhadores de app e o programa Gás do Povo, tampouco tiveram desfecho no Legislativo e são prioridades do governo para o primeiro semestre.
A pauta da segurança deve inaugurar o ano com um embate já contratado pelo governo no Parlamento. Em 2026, os trabalhos no Congresso tendem a ser encurtados pelo período eleitoral, que também contamina a pauta legislativa, diminuindo as chances de apoio do centrão à agenda do PT.
OTIMISMO – Apesar de avistarem obstáculos na aprovação do pacote eleitoral, líderes do PT e do governo se dizem otimistas e avaliam que o saldo de 2025 foi positivo. “Vamos começar o mês de janeiro com o grande impacto para as pessoas que é a isenção do Imposto de Renda. E vamos entrar com duas pautas muito fortes, o fim da escala 6×1 e a tarifa zero. […] São pautas que têm a ver com a vida real das pessoas”, disse o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ).
Ele afirma, porém, que a estratégia do governo para 2026 é acionar o Congresso o mínimo possível para não repetir a série de derrotas do ano anterior. “É um ano eleitoral, a gente não vai querer acionar tanto o Parlamento. Mas não temos muita ilusão de que a gente vai ter mais manobra para aprovar projetos de todo tipo. A gente só vai mandar pra cá projetos extremamente necessários, porque o ambiente eleitoral vai estar tomando conta.”
De qualquer forma, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirma que a relação do Planalto com a Casa termina o ano “muito mais tranquila do que foi nos últimos cinco meses” e diz ter a expectativa de que se costure uma base com ao menos 257 votos.
VOTAÇÃO – Para isso, é necessário que partidos do centrão que ocupam ministérios entreguem ao governo os votos de ao menos parte de suas bancadas –essa foi a cobrança do presidente Lula na última reunião ministerial do ano. Guimarães menciona a mudança do ministro do Turismo indicado pelo União Brasil como um sinal de recomposição da base.
O deputado afirmou que, do pacote eleitoral pendente, o governo contava que duas matérias teriam sido aprovadas em 2025: a PEC da Segurança e a MP (medida provisória) do Gás do Povo.
Guimarães minimizou o impacto do adiamento, afirmando que a MP só vence em fevereiro e que a PEC precisa ser discutida. As matérias de segurança se tornaram um campo de batalha entre a esquerda e a direita, e alterações nos textos acabaram atrasando a votação —especialmente no caso do PL Antifacção, cujo relator foi o opositor Guilherme Derrite (PP-SP). “Ainda que seja prioridade do governo, não tinha acordo sobre o texto [da PEC]. Votar uma medida dessa sem se inteirar não seria aconselhável. [O PL Antifacção] foi deixado para o próximo ano para dar tempo de avaliar”, disse.
ESCALA 6×1 – Ao encerrar 2025, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o fim da escala 6×1 será tratado no início do ano. Guimarães diz que o tema é central. Já em relação à tarifa zero, faz a ressalva de que é relevante, mas depende do impacto econômico.
Para Lindbergh, essas pendências do governo, caso pautadas ainda em 2025, iriam dominar o debate, o que prejudicaria a votação de pautas econômicas. “A lógica do governo era correr com a aprovação do Orçamento […]. Agora, esses temas são mais do que prioridade. É voltar na primeira semana de fevereiro já em cima desse debate.”
Na reta final do ano legislativo, o governo priorizou, ao pactuar sua agenda com a cúpula da Câmara e do Senado, medidas para fechar o Orçamento, como brechas em regras fiscais, regulamentação da reforma tributária e corte de gastos e de isenções —todas aprovadas. Com isso, as iniciativas de impacto eleitoral ficaram em segundo plano.
TARIFA SOCIAL – Deputados da base lembram que além do Imposto de Renda, o governo conseguiu aprovar a tarifa social de energia elétrica —votar contra algum desses projetos teria um custo político alto, já que cada um beneficia cerca de 15 milhões de brasileiros.
Outra bandeira do governo e do PT é a chamada taxação BBB (bets, bancos e bilionários), que ensejou campanhas a favor da justiça tributária e contra o Congresso, acusado de proteger os ricos e de ser inimigo do povo.
Essa agenda avançou nos últimos dias do ano, para a surpresa até de governistas dado o forte lobby contrário. O aumento de impostos para bets e fintechs foi aprovado no último dia 17. Já a cobrança maior para os chamados super-ricos foi aprovada em novembro, no mesmo projeto da isenção do IR.
IOF – Por outro lado, a série de derrotas da gestão petista no Congresso em 2025 incluiu a derrubada do decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), dos vetos ao licenciamento ambiental e da MP de aumento de impostos, e a aprovação da redução de penas aos condenados por golpismo, da PEC da Blindagem e do PL Antifacção desenhado por Derrite.
Será que seremos suficientes irresponsáveis e descompromissados com o futuro do país e reconduzir o “Biden dos trópicos” à Presidência?
Colocar o futuro do país em risco por causa de diletantismos ideológicos reacionários, atrasados e retroutópicos, pra vermos o pais ser quebrado de novo?
https://revistaoeste.com/economia/cni-presidente-alerta-para-explosao-das-contas-publicas-em-2027-e-critica-gestao-lula/
O Brasil não aguenta mais um cara que, depois de 3 mandatos não aprendeu o básico da Economia: não se pode gastar mais do que se arrecada, além de e seu populismo econômico absolutamente irresponsável.
Seria uma maravilha a escala 1X6, mas um país que tem um dos piores níveias propor redução da jrnada é atentar contra a Economia, infelizmente.
https://platobr.com.br/jornada-6×1-para-economistas-antes-de-trabalhar-menos-pais-precisa-produzir-mais
Interessante é que os “ecnomistas”, intelectuais orgânicos da Aparato Petistas, já produzem “estudos” (ideológicos), dizendo que a produtividade subria com menos trabalho.
Creio que isto só seria possível em Economias absolutamente automatizadas.
Resumo importante do texto:
A média (da produtividade) é US$ 70. Na Irlanda e Noruega, o valor ultrapassa US$ 120 por hora. No Brasil, o valor da hora trabalhada permanece na faixa de US$ 18 a US$ 20, três vezes e meia menor que a média dos países desenvolvidos e sem avanços significativos desde 2018.
Estes caras esão fazendo tudo, inclusive os seus gênios imbecilizados, pra quebrar o país, como custo da reeleição do “Biden dos trópicos”.
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Não custuma ler artigos ideológicos desprovidos de base científicas, mas debruçarei sobre os destes intelectuais orgânicos pra verificar seus argumentos, muito provavelmente falaciosos.
A tal “esquerda progressista”, com seu progressismo de, se muito de meados do séculos passados, quebrará a economia por onde passar, pois acha que riqueza cai do céu, tem geração expontânea e o negócio é torrar sem medo de fazer o povo infeliz.
Uma visão tacanha, irreal, de curtíssimo prazo, que redunda no famigerado populismo econômico.
Como é o bó no paraíso socialista, digo, capitalismo selvagem:
https://jornal.usp.br/artigos/jornada-996-o-trabalho-intensivo-que-fez-sucesso-na-china-tenta-seduzir-o-vale-do-silicio/
Ao que parece na china, o novo homem socialista marxiano é uma miragem:
“Posso caçar pela manhã, pescar à tarde, criar gado à noite, criticar depois do jantar, como me der na telha, sem jamais me tornar caçador, pescador, pastor ou crítico.”
Lula, “se manda” enquanto há tempo. Compre uma casinha na Marambaia e curta a sua Janja plenamente. Agora é a hora!
Não sei se este nível de porra-louquice do populismo econômico do Aparato é burrice, preparando a bomba pra estourar no colo do Lula, sem uma “dilmanta” pra segurar o bó, ou se é esperteza, deixar a bomba estourar no colo do seu sucessor e, ainda, trazê-lo com herói, como o grande administrador da Economia.
Veremos!
Em ambas as opções demonstra a total irresponsabilidade deste gente, que o bom senso recomenda dispensá-la.
Na falta de riqueza para distribuir, distribua-se a miséria. Cuba sabe como fazer.