Centrão trava apoio a Flávio e prioriza acordos estaduais antes da corrida ao Planalto

6 thoughts on “Centrão trava apoio a Flávio e prioriza acordos estaduais antes da corrida ao Planalto

  1. Entrada de Ratinho no páreo tira Flávio da zona de conforto

    Com paranaense na eleição, a demanda eleitoral encontrará uma nova oferta na política

    Até aqui, Flávio descansou no berço esplêndido do bolsonarismo embalado pelo antipetismo.

    Mas, com a artilharia do PT de um lado e a entrada de Ratinho Jr. de outro — sem falar no avanço de Renan Santos (MBL), ávido por abocanhar o discurso “antissistema”—, Flávio terá de sair da zona de conforto. A folga acabou.

    (…)

    Fonte: O Globo, Opinião, 21/03/2026 00h06 Por Thaís Oyama

  2. Agronegócio não fechou com Flávio

    Flávio enfrenta resistências significativas dentro do setor agronegócio em sua pré-candidatura à presidência, não tendo consolidado um apoio automático do segmento como ocorreu em eleições passadas.

    Lideranças do agro têm evitado alinhar-se automaticamente a Flávio e testam a viabilidade de outros nomes, como os governadores Caiado e Ratinho, buscando uma terceira via.

    A decisão de Tarcísio de não concorrer à presidência é apontada como um fator que fragmentou a direita e dificultou a unificação do agro em torno de Flávio.

    Relatos indicam que aliados radicais de Flávio têm rechaçado nomes liberais para a Economia, o que pode aumentar a cautela do setor financeiro e produtivo.

    O agro demonstra cautela e busca alternativas mais afinadas com o setor produtivo, não fechando “em bloco” com Flávio Bolsonaro até o momento.

  3. Desânimo, insegurança e medo do futuro dominam humor pré-eleitoral do brasileiro

    Sentimentos são atravessados pela polarização, com prevalência de sensações negativas entre os que desaprovam a gestão de Lula

    Política, Pesquisa Datafolha, 21/03/2026 07h33 Por O Globo — Rio de Janeiro

  4. Bolsonaristas não estão usando mais o boné do Maga?

    “Tem gente no Brasil que defendia as políticas do Maga, aquele boné vermelho.

    Isso mostra invasão a países, guerra, instabilidade internacional, volatilidade dos preços do petróleo. Mas o que sumiu foi o boné do Maga, ninguém usa mais.”

    (Renan Filho, ministro dos Transportes)

  5. Centrão quer roubar não importando quem será o presidente eleito. Flávio é pior que o pai pois sendo de outra geração poderia ter evoluído um pouquinho mais. O Brasil é o inferno mas poucos já se deram conta disso.

  6. Simone Tebet ao Senado em SP bagunça planos dos bolsonaristas

    A confirmação do nome da ministra do Planejamento, Simone Tebet, como candidata ao Senado por São Paulo, na chapa do PT de Fernando Haddad, bagunçou ainda mais a coligação do PL no maior colégio eleitoral do País.

    Se já não havia consenso entre bolsonaristas sobre o segundo postulante ao Senado no Estado, uma ala do PL agora defende que a vaga seja ocupada por uma mulher de perfil mais moderado.

    O primeiro nome da direita para o Senado é o deputado federal Guilherme Derrite (PP). Por isso a ideia de um nome feminino.

    A ideia tem potencial de intriga.

    Afinal, a disputa já envolve outros três postulantes: o vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo (PL), que não tem o apoio do ex-mito, e os deputados Ricardo Salles (Novo) e Mário Frias (PL), que não contariam com a simpatia dos filhos do ex-presidente.

    Para complicar mais, dizem que Dudu Bananinha ainda não desistiu de concorrer.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 21/03/2026 | 05h30 Por Roseann Kennedy e Leticia Fernandes

    (Tarcísio não entra nessa discussão porque continua sendo praticamente um visitante na capital paulista e pouco conhece o Estado de SP mesmo como turista. É “um estranho no ninho”)

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