
Criação de nova pasta é promessa de campanha
Luísa Marzullo
Camila Turtelli
O Globo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira que a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública pode abrir caminho para a criação de um Ministério da Segurança Pública, ao ampliar o papel da União no combate ao crime organizado.
“O papel do governo federal na segurança pública é muito restrito, basicamente repassar dinheiro, e é pouco diante da necessidade dos estados. Quando a PEC for aprovada, a gente vai saber qual é o papel da União, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e o que precisa ser feito”, disse, em entrevista à TV Record, da Bahia.
PROMESSA DE CAMPANHA – A criação de um Ministério da Segurança Pública é uma das promessas de campanha de Lula nas eleições de 2022 e voltou a ser discutida no governo como parte da reorganização da atuação federal na área.
Segundo Lula, o país vive uma escalada do crime organizado e precisa de mudanças estruturais para permitir uma atuação mais direta e coordenada do governo federal. “Nós estamos numa guerra contra o crime organizado. A gente não pode esperar. É preciso ter uma ação mais efetiva, mais coordenada, para chegar nessas organizações “, afirmou.
O presidente também condicionou a criação da nova pasta à aprovação da proposta pelo Congresso: “Eu preciso que o Congresso Nacional aprove a PEC, porque, na hora em que o Congresso aprovar, nós vamos aprontar, com muita rapidez, um grande ministério da segurança pública para que a gente possa fazer intervenção contra o crime organizado sem precisar pedir licença para ninguém”.
BASE LEGAL – Na prática, a PEC é tratada no Planalto como instrumento para reorganizar competências entre União, estados e municípios, além de dar base legal para ampliar a atuação das forças federais.
O texto aprovado pela Câmara reforça o papel da Polícia Federal em investigações de alcance interestadual ou internacional e prevê maior integração entre os entes federativos. A proposta também constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e amplia fontes de financiamento para o setor.
TRAVADA NO SENADO – A PEC ainda precisa ser analisada pelo Senado antes de ser promulgada, mas está parada desde que chegou à Casa, sem despacho para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
A tramitação depende de um movimento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em meio ao desgaste na relação com o governo, que tem atrasado o avanço de pautas consideradas prioritárias pelo Planalto.
Nesta quinta-feira, Lula cumpre agenda em Salvador, com foco em obras de mobilidade urbana e habitação financiadas pelo Novo PAC. Pela manhã, o presidente visita as obras do VLT na região da Calçada, onde será assinada ordem de serviço para intervenções na linha 1 do metrô, com investimento de R$ 1,52 bilhão. Também estão previstas entregas de obras de contenção de encostas em áreas da capital baiana. A agenda inclui ainda a participação do governador Jerônimo Rodrigues e do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Será que vai trair seus eleitores igual ao que Judas fez
Jamais….
O Ladrão tem um lado, e não é o lado do povo…..
“Quando a PEC for aprovada (…)”
Só blábláblá.
Kid Curro de La Grana vai dar tanto tiro de garrucha de dois canos no crime organizado que aqueles pistoleiros malvadinhos dos gibis de faroeste pareçam simples frades agostinianos.
O ‘nosso’ bom crime organizado vai pagar seus pecados nas unhas desse ‘nosso’ pistoleiro rápido no gatilho e na gazua.
Os onze caminhões da Granero carregados de bosta de elefante vão parecer adubo de bonsai.