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Lula tenta evitar uma crise de consumo com efeitos em cadeia
Pedro do Coutto
O governo do presidente Lula da Silva anunciou um pacote de medidas voltado à contenção dos preços dos combustíveis, com foco no gás de cozinha, no diesel e no querosene de aviação, em uma tentativa clara de evitar uma crise de consumo com efeitos em cadeia sobre a economia brasileira.
A decisão ocorre em um cenário internacional pressionado pela alta do petróleo, que tende a impactar diretamente os custos logísticos, a inflação e o cotidiano da população. Ao optar por subsidiar esses insumos, o Planalto busca frear o repasse de preços e impedir que setores estratégicos — como o transporte rodoviário e a aviação — sofram impactos mais severos, o que poderia comprometer desde o abastecimento até o turismo e os negócios.
EFEITOS IMEDIATOS – No caso do diesel, a preocupação é evidente: trata-se do principal combustível da matriz de transporte do país, e qualquer elevação significativa tem potencial de desencadear efeitos imediatos sobre alimentos, produtos industriais e serviços.
Já o gás de cozinha possui um peso social ainda mais sensível, pois afeta diretamente milhões de famílias, especialmente as de baixa renda, tornando-se também um fator de pressão política. No setor aéreo, o subsídio ao querosene busca evitar aumentos abruptos nas passagens, preservando a atividade econômica e reduzindo o risco de retração no fluxo de viagens.
MÉDIO E LONGO PRAZO – Embora as medidas tragam alívio imediato, elas levantam questionamentos sobre seus efeitos no médio e longo prazo. Subsídios, historicamente, funcionam como instrumentos de contenção emergencial, mas também podem gerar distorções de mercado, aumentar o peso fiscal e criar dependência de políticas públicas.
Além disso, há o desafio de financiamento: a estratégia do governo se apoia, em parte, na expectativa de aumento de receitas com royalties do petróleo, o que introduz um elemento de incerteza, já que tais receitas são voláteis e dependem do cenário internacional.
ESTABILIDADE ECONÔMICA – Do ponto de vista político, o movimento é calculado. Em um ambiente sensível, com inflação ainda no radar e memória recente de crises envolvendo combustíveis, o governo busca evitar desgastes e preservar a estabilidade econômica. A escolha por intervir nos preços revela uma prioridade clara: proteger o consumo e conter tensões sociais no curto prazo, mesmo diante dos riscos estruturais que a medida pode carregar.
Assim, o Brasil retorna a um dilema recorrente de sua trajetória econômica — entre a necessidade de intervenção estatal e os limites dessa estratégia — enquanto o governo aposta que o controle imediato dos preços será suficiente para evitar uma crise maior.
Nada mais ridículo do que a panacéia dos combustíveis. Toda a vez que o governo intervém no livre mercado, o preço acaba subindo e os nossos impostos vão para o ralo. Em todos os países o preço dos combustíveis subiu e todos estão se adaptando aos novos valores mas, no Brasil, o governo intervém para justificar a sua incapacidade administrativa. O petróleo até já baixou de preço e os incomPTentes ainda nada fizeram além de falar muito e mentir como nunca.
quando não estão mentindo estão roubando ou vice-versa…
simples assim..
Governo, quem?
Já era, desde 05.11.22, segundo:
https://www.facebook.com/share/v/17DEfxregd/
“…Paquistão diz que EUA e Irã vão se reunir para discutir o fim da guerra…”
Sr. Newton,
Mas uma fake news da Foice & Martelo & ND.
A Verdade é está..
“…Luladrão diz que EUA e Irã vão se reunir para discutir o fim da guerra…””
Sr. Pedro
Em mais uma das suas promessas de palanque, o Ladrão disse.:
Lula (drão) prometeu durante a campanha de 2022
“…abrasileirar” o preço dos combustíveis, propondo o fim da paridade internacional (PPI) da Petrobras para reduzir os custos, baseando-se em reais e não em dólares. A meta envolve aumentar o refino nacional para diminuir a dependência externa.
As mocinhas de utilidade pública dão o ar da graça nesse lamaçal de corrupção no Desgoverno do Narco-Ladrão…….
Vorcaro bancou modelos com jatinhos e hotéis de luxo para cortejar elite política
Especialistas afirmam que oferta de companhia feminina equivale a propina
Defesa do ex-banqueiro não quis se manifestar; locais que receberam convidadas dizem que não falam sobre clientes
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/vorcaro-bancou-modelos-com-jatinhos-e-hoteis-de-luxo-para-cortejar-elite-politica.shtml
Bolha de endividamento.
Consumindo os brasileiros sem produtividade.
Jurão gigante…
Sr. Pedro
Veja a saida e “intelijumência” do Ladrão para ‘abrasileirar’ a gasolina…
Governo vai subir etanol na gasolina para 32% ainda no primeiro semestre, diz Silveira
Segundo ministro, redução de dependência externa nos combustíveis é estratégia de Lula
País importa 15% da gasolina consumida e 30% do diesel utilizado no mercado interno