
Guedes diz ter ‘zero chance’ de entrar na política
Ana Flávia Pilar
O Globo
O ex-ministro da Economia Paulo Guedes criticou nesta sexta-feira a condução da política econômica no país. Para ele, o afrouxamento fiscal está pressionando a inflação, o que impede a adoção de taxas de juros menores.
Guedes também afirmou que não pretende retornar à política, mas vê a direita como favorita para vencer as eleições presidenciais de 2026 no Brasil, sem mencionar o nome do senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL). A declaração foi feita durante participação no Corban360, evento realizado em São Paulo (SP). “Tenho a menor chance de entrar em política. Zero chance”, afirmou.
“POSTO IPIRANGA” – Segundo o colunista do O Globo Flávio Graner, a campanha de Flávio Bolsonaro não considera adotar a estratégia de um porta-voz econômico nos moldes de Guedes, que ficou conhecido como o “Posto Ipiranga” do pai, Jair Bolsonaro, em 2018.
Em relação ao cenário internacional, Guedes disse que o Ocidente vive uma revisão de postura, com a geopolítica ganhando peso no debate público. Segundo ele, temas como rearmamento e controle migratório se tornaram mais relevantes para os eleitores.
CLASSE MÉDIA – Para o economista, esse movimento é uma consequência direta da insatisfação com o desempenho das democracias ocidentais, especialmente entre a classe média, pressionado pelo baixo crescimento e pela comparação com países como a China.
“Nós estamos querendo conversar sobre migração. Nós estamos querendo conversar sobre armamento, armas, para nos defender […] A classe média está sendo esmagada. A gente vê os ricos estando bem, a classe média sendo amassada. Esse sistema não está bom”. Por fim, avaliou que conflitos internacionais, como a tensão entre Estados Unidos e Irã, estão longe de uma solução rápida e devem se arrastar por anos.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – De repente, eis que ressurge o Paulo Guedes, aquele ministro da Economia que acreditava tanto no próprio trabalho que preferia deixar sua fortuna no exterior, e aqui no Brasil fugia da intimação da Polícia Federal para deepor sobre suas estranhas aplicações financeiras. Ele investia rccursos de fundos de pensão em benefício próprio a sua corretora e a Justiça queria ouvir suas explicações, mas ele vivia se esquivando. Estava sumido, certamente contando o vil metal, como dizia Belchior. Mas reapareceu, animado com o crescimento de Flávio Bolsonaro, naquele oportunismo de sempre. (C.N.).
Figura execrável.
Ódio bolsonarista dividiu profundamente o país
Com a inexplicável chegada do bolsonarismo ao poder, o país entrou em uma espiral de ódio, mau humor e rancor que dividiu profundamente os brasileiros.
A extrema direita alimenta-se da mentira, sustenta-se na violência e estrutura-se no uso contumaz de notícias falsas. Depende de espalhar ódio e desinformação para se manter.
Há uma manipulação crescente e inescrupulosa de mentiras encomendadas, embaladas como verdades. O país perdeu grande parte da espontaneidade, até da alegria. Parece que sequestraram o espírito brasileiro e que nosso povo desistiu de ser feliz.
Os fascistas, ao chegarem ao poder, apropriaram-se até mesmo das nossas cores. Como estratégia de dominação, o uso do verde e do amarelo passou a ser uma exclusividade dos bolsonaristas.
Com petulância e arrogância, usurparam até mesmo a nossa camisa, símbolo da Seleção Brasileira. E, com a violência e o ódio como motores, presenciamos o crescimento da barbárie e da divisão de um povo.
Hoje, a impressão que se tem é a de que o país anda pelas tabelas. O tratamento desumano e cruel da época da covid, que levou o Brasil à tragédia de 700 mil mortos, fincou as garras da tristeza, do desamparo e da desconfiança no coração dos brasileiros.
Os 4 anos desastrados do governo do ex-mito fizeram o Brasil voltar ao mapa da fome e da desesperança.
Fonte: Poder360, Opinião, 17.abr.2026 – 5h45 Por Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado criminal
Cumprindo o lema: Igualdade, Liberdade, Fraternidade, para as tidos desassemelhados locupletados pelos superlativos tetos!
Posto Ipiranga?
“Eu fiquei mais velho…
…Mas não fiquei burro!!”