Racha no PL embaralha palanque de Flávio Bolsonaro no DF e expõe crise interna

5 thoughts on “Racha no PL embaralha palanque de Flávio Bolsonaro no DF e expõe crise interna

  1. Rixa entre Micheque e Rachadinha: Maquiador ‘chuta o balde’

    Michelle não se conforma em ter sido preterida pelo pai de Flávio

    A maior ameaça à candidatura de Flávio a presidente da República está mais perto dele do que pode parecer. Trata-se da resistência disfarçada ou explícita ao seu nome de pessoas com livre acesso aos ouvidos do pai dele.

    Ocorre que Michelle, e os que a cercam mais de perto, não se conformam de ela ter sido preterida em favor de Flávio. E quando não é Michelle que critica diretamente a escolha do enteado, é alguém a ela ligado, ouvinte privilegiado de suas confidências.

    Aconteceu no último fim de semana. O maquiador Agustin Fernandez, amigo de longa data de Michelle, afirmou em entrevista ao canal Iron Studios que Flávio não consegue dialogar com as classes mais baixas e previu dificuldades eleitorais para ele:

    “O estereótipo do Flávio é o que a direita já teve e, por conta disso, nunca chegou à Presidência. Porque esse perfil é polido, engessado, sem um fio de cabelo fora do lugar. Ele não se conecta com a empregada doméstica, nem com o vendedor ambulante.

    [Michelle] é a única que consegue herdar 100% do capital político de Bolsonaro. Se eles não têm essa estratégia, esse discernimento, o ego e a vaidade são maiores que a própria causa, então a gente tem que se foder com mais um mandato do Lula”.

    Agustin também disse que não pretende apoiar a pré-candidatura de Flávio:

    “Não vou me incomodar fazendo vídeo, e perder meu tempo sabendo que a gente vai sofrer uma puta derrota. Pois o Lula tem o Judiciário, tem a mídia, tem bala na agulha, a máquina e ainda tem carisma e ele consegue chegar em todo mundo”.

    Agustin ainda afirmou que a atitude de Flávio foi “deplorável” ao anunciar a pré-candidatura enquanto o pai estava internado para realizar uma cirurgia de hérnia inguinal:

    “Bolsonaro, internado, vai passar por uma cirurgia de alto risco. E aí eu pego uma carta, tipo um testamento, e eu leio isso para imprensa na porta do hospital. Isso para mim é uma das situações mais deploráveis que o ser humano pode passar”.

    Vá tentar convencer Flávio que o maquiador não falou por encomenda de Michelle. E se não foi por encomenda, que ele não se limitou a repetir o que Michelle costuma lhe dizer.

    Antes da leitura por Flávio da carta-testamento de Bolsonaro, era Michelle que ganhava destaque como estrela ascendente da família. Se abençoada pelo marido, concorreria à Presidência. Ou então poderia ser vice na chapa de Tarcísio.

    Com Flávio candidato, sobrou para ela disputar uma cadeira no Senado pelo DF. Não o bastante para satisfazer Michelle. Nem para Valdemar, presidente do PL, ‘admirador’ confesso dela.

    Fonte: Metrópoles, Política, Opinião, 20/04/2026 05:30 Por Ricardo Noblat

  2. Notem o olhar desse cara. É a marca registrada do ódio, do mau humor. Juntando esses detalhes à sua falta de experiência e à sua descendência, tem-se o que ele poderia ser, se vencer.
    Vou voltar a rezar para que São Sebastião nos proteja desses tipos.E haja reza!

  3. Ódio bolsonarista dividiu profundamente o país

    Com a inexplicável chegada do bolsonarismo ao poder, o país entrou em uma espiral de ódio, mau humor e rancor que dividiu profundamente os brasileiros.

    A extrema direita alimenta-se da mentira, sustenta-se na violência e estrutura-se no uso contumaz de notícias falsas. Depende de espalhar ódio e desinformação para se manter.

    Há uma manipulação crescente e inescrupulosa de mentiras encomendadas, embaladas como verdades. O país perdeu grande parte da espontaneidade, até da alegria. Parece que sequestraram o espírito brasileiro e que nosso povo desistiu de ser feliz.

    Os fascistas, ao chegarem ao poder, apropriaram-se até mesmo das nossas cores. Como estratégia de dominação, o uso do verde e do amarelo passou a ser uma exclusividade dos bolsonaristas.

    Com petulância e arrogância, usurparam até mesmo a nossa camisa, símbolo da Seleção Brasileira. E, com a violência e o ódio como motores, presenciamos o crescimento da barbárie e da divisão de um povo.

    Hoje, a impressão que se tem é a de que o país anda pelas tabelas. O tratamento desumano e cruel da época da covid, que levou o Brasil à tragédia de 700 mil mortos, fincou as garras da tristeza, do desamparo e da desconfiança no coração dos brasileiros.

    Os 4 anos desastrados do governo do ex-mito fizeram o Brasil voltar ao mapa da fome e da desesperança.

    Fonte: Poder360, Opinião, 17.abr.2026 – 5h45 Por Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado criminal

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