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Suplente de Alcolumbre foi flagrado sacando R$ 350 mil
Patrik Camporez
O Globo
A Polícia Federal (PF) flagrou o empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), deixando uma agência bancária com R$ 350 mil em espécie e entrando em um carro registrado em nome de uma empresa pertencente a primos do senador.
O episódio consta em relatório de monitoramento da investigação que apura fraudes em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Amapá obtido pelo O Globo. A revelação ocorre em um momento de desconfiança e desgaste na relação de Alcolumbre com o Palácio do Planalto.
REVESES – Em meio à pressão dos desdobramentos do escândalo do Banco Master, a cúpula nacional do União Brasil e o próprio Alcolumbre têm culpado o governo pelos seguidos reveses sofridos em investigações envolvendo lideranças nacionais da legenda. O cenário é agravado pelo impasse em relação à indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, escolhido pelo presidente Lula para ocupar vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) e que precisa ser chancelado pelo Senado.
Na operação da PF ocorrida no Amapá, agentes passaram a seguir os passos de Chaves Pinto após receberem um alerta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre saques em espécie em valores considerados altos. A PF identificou que essas retiradas de dinheiro ocorriam pouco tempo após o recebimento de recursos provenientes de contratos públicos, configurando indícios de “lavagem de capitais”.
A PF apura suspeitas de que o suplente de Alcolumbre é um dos líderes de uma organização criminosa suspeita de conluio e simulação de competitividade em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) do Amapá.
“FORTE INGERÊNCIA” – Segundo inquérito, Chaves exercia “forte ingerência institucional no DNIT-AP, valendo-se de sua condição de suplente de senador da República para praticar, em tese, o crime de tráfico de influência”. “As investigações financeiras demonstraram vultosos e sucessivos saques em espécie, que ultrapassam R$ 3 milhões, das contas de suas empresas, em datas próximas a pagamentos de contratos públicos, configurando indícios de lavagem de capitais”, diz a PF no relatório.
Procurado, o empresário afirmou que os saques são referentes a pagamentos a funcionários e prestadores de serviços de sua empresa. “O presente processo tramita sob segredo de Justiça, razão por que as manifestações da defesa ocorrem exclusivamente nos autos, em estrita observância às determinações legais”, afirma, em nota. Alcolumbre, por sua vez, afirmou que “não possui qualquer relação com a atuação empresarial de seu segundo suplente”.
RETIRADAS – As investigações apontam que as retiradas eram feitas em diferentes agências bancárias do Amapá. Uma delas, monitoradas pela PF, ocorreu em 7 de novembro de 2024, em uma agência bancária em Santana (AP), a cerca de 20 quilômetros de Macapá. Na ocasião, alertados de que Chaves Pinto havia provisionado a retirada de R$ 350 mil em espécie, agentes se postaram em frente ao local.
De acordo com o relatório da vigilância, o empresário chegou à agência às 13h14, no banco de carona de uma SUV branca. Ele desceu do veículo carregando uma mochila azul, entrou na agência, onde permaneceu por aproximadamente 30 minutos. Após deixar o banco, entrou no mesmo carro, que o aguardava do lado de fora, e partiu em direção à sede de uma de suas empresas.
SÓCIOS – A PF identificou que, na ocasião, o carro que levou e aguardou Chaves Pinto na porta da agência estava registrado em nome da Lojas 2A Ltda., que vende produtos importados em Macapá. A firma tem como únicos sócios Alberto Brasil Alcolumbre e André Luiz Brasil Alcolumbre, primos de primeiro grau de Davi.
O documento da transação, obtido pelo O Globo, informa que o veículo da empresa dos primos foi vendido oficialmente em julho de 2025 para Chaves Pinto, quase 9 meses depois do flagra da PF relacionado ao carro. A transação foi comunicada no dia 24 daquele mês, dois dias depois de o empresário ser alvo de buscas e apreensões da PF, na Operação Route-156.
Procurado, André Alcolumbre afirmou que o veículo foi vendido de fato para Chaves Pinto em 2022, “com valor da venda devidamente recebido em nossa conta corrente”. De acordo com ele, a transferência não ocorreu na ocasião “por erro material”.
ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA – Segundo decisão da Justiça Federal que autorizou a operação, a investigação aponta a atuação de uma organização criminosa voltada à fraude do caráter competitivo de licitações realizadas pela superintendência do Dnit no Amapá.
A PF encontrou diálogos e troca de documentos sigilosos entre o superintendente e representantes das empresas antes mesmo da publicação dos editais. Uma conversa de 25 de outubro de 2023, interceptada pelos investigadores, mostra o chefe do Dnit local agradecendo ao suplente de Alcolumbre pelo aumento nos recursos enviados ao órgão. Ele atribui a quantia às “tratativas do nosso senador”, referência, segundo a apuração, ao presidente do Senado.
LIBERAÇÃO DE PAGAMENTOS – Em outro trecho da investigação, o então superintendente pede que Chaves Pinto peça a Alcolumbre que pressione o governo a liberar os pagamentos, evidenciando, segundo decisão judicial, o uso de influência política para obtenção de verbas ao Dnit. “Solicita a Breno que fale com o senador Davi Alcolumbre para postar uma foto, e para ‘dar uma pressão no governo para liberar nossos empenhos”, diz a investigação
A apuração teve início a partir de denúncias que indicavam favorecimento de empresas em quatro licitações realizadas pelo Dnit. Auditorias da Controladoria-Geral da União indicaram lentidão na execução das obras e possível desvio de recursos. Também foram apontadas transações financeiras com indícios de lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa composta por agentes públicos e empresários.
Procurado, o Dnit não se manifestou. Na época da operação, o órgão afirmou colaborar com a investigação e que as “instâncias de integridade da autarquia também estão apurando os fatos a fim de adotar as medidas administrativas que forem necessárias”.
SUSPEITA – Os contratos investigados pela PF somam R$ 60,2 milhões e envolvem pregões para manutenção e recuperação de trechos da BR-156. A suspeita é de que o grupo simulava concorrência em licitações para direcionar contratos às empresas investigadas. Em dezembro de 2022, Chaves Pinto já havia sido alvo de uma operação da Polícia Federal. Na ação, os agentes apreenderam cerca de R$ 800 mil em dinheiro vivo na sede da empresa durante a investigação que apura fraudes e superfaturamento na mesma obra rodoviária no Amapá.
Era esperado que Lula e Alcolumbre se encontrassem ainda nesta semana para tentar distensionar a relação entre o Planalto e o comando da Casa, mas a reunião acabou não acontecendo. Com isso, o governo encerra mais uma semana sem um alinhamento direto com Alcolumbre, em meio a um momento de desgaste entre o Planalto e o Senado.
INSATISFAÇÃO – Nos bastidores, aliados dos dois lados atribuem o distanciamento principalmente à insatisfação de Alcolumbre com a articulação política do governo e com a demora do Planalto em formalizar a indicação para a vaga aberta no STF. O presidente Lula trabalha com o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, mas, passados meses desde a sinalização da escolha, ainda não enviou a mensagem oficial ao Senado. A avaliação de interlocutores do Congresso é que a indefinição acabou virando mais um elemento de tensão na relação entre o governo e o comando da Casa.
A expectativa agora é que a conversa ocorra na próxima semana. Alcolumbre embarcou na manhã desta sexta-feira para o Amapá, o que inviabilizou um encontro ainda nos próximos dias. Integrantes do governo avaliam que a reunião será importante para reorganizar o canal de diálogo entre o Planalto e o Senado e alinhar os próximos passos da pauta legislativa. Em meio ao descompasso, Alcolumbre ainda não iniciou a tramitação da PEC da Segurança, aprovada semana passada pela Câmara e tida como uma das prioridades do Planalto.
Fluxograma de como desmontar os kôs do Aparato Petista.
Segue um modelo simples de 6 perguntas críticas para analisar discursos de governo usando a lógica desenvolvida por Karl Marx, aprofundada por Louis Althusser e pela teoria da hegemonia de Antonio Gramsci.
A ideia é transformar essas teorias em um método prático de análise política.
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Modelo de 6 perguntas para desmontar narrativas políticas
1️⃣ Quem ganha materialmente com a política?
Perguntas-chave:
• quais empresas ou setores são beneficiados?
• há subsídios, contratos ou benefícios fiscais?
• houve aumento de lucros ou concentração econômica?
Aqui se identifica o interesse material real por trás da decisão política.
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2️⃣ Quem paga a conta?
Toda política pública tem um custo.
Pergunte:
• quem arca com impostos ou cortes?
• houve redução de serviços públicos?
• trabalhadores ou consumidores foram afetados?
Isso revela a distribuição real dos custos.
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3️⃣ Qual narrativa está sendo usada para justificar?
Aqui entram os aparelhos ideológicos.
Observe frases como:
• “reforma necessária”
• “medida técnica”
• “defesa da democracia”
• “interesse nacional”
Essas expressões são formas de legitimação simbólica.
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4️⃣ Quem está difundindo essa narrativa?
Verifique:
• grandes veículos de mídia
• especialistas convidados
• campanhas institucionais
• discursos oficiais
A pergunta é: quais instituições estão produzindo consenso?
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5️⃣ Quem está sendo deslegitimado?
Frequentemente aparecem rótulos para opositores:
• “extremistas”
• “radicais”
• “desinformadores”
• “antidemocráticos”
Isso é um mecanismo clássico de controle ideológico do debate.
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6️⃣ O que acontece quando a narrativa não convence?
Quando a legitimação ideológica falha, observe:
• repressão a protestos
• processos judiciais
• uso intensivo do sistema penal
• censura ou restrição de debate
Aqui aparecem os aparelhos repressivos do Estado.
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Fórmula analítica resumida
Um modo rápido de aplicar esse método é seguir esta sequência:
Interesse econômico
⬇
produção de narrativa legitimadora
⬇
deslegitimação dos críticos
⬇
uso de coerção quando necessário
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✅ Conclusão
Esse método permite deslocar a análise política:
• do discurso oficial
• para os interesses materiais e os mecanismos institucionais que sustentam esse discurso.
Por isso ele é muito usado em análises críticas do Estado e do poder.
(ChatGpt)
Nao seja mais um jumento da manada a ser explorado, extorquido e ainda idolatrar pilantras.
Lista dos que apareceram até agora.
Abaixo está uma lista ampliada de nomes citados ou aventados nas reportagens sobre o escândalo do Banco Master até março de 2026, incluindo Guido Mantega, Ciro Nogueira e outros políticos.
Para evitar acusações de desinformação, cada nome é classificado como investigado, citado em mensagens/documentos ou mencionado por relações políticas, sempre com data aproximada e referência.
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1. Investigados ou alvos diretos da operação
Daniel Bueno Vorcaro – empresário, dono do Banco Master
• Situação: principal investigado e preso em fases da Operação Compliance Zero.
• Crimes investigados: fraude financeira, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
• Datas relevantes: nov. 2025 (liquidação do banco) e 4 mar 2026 nova prisão.
• Referências: (Reuters)
Fabiano Campos Zettel – associado e cunhado de Vorcaro
• Situação: alvo de mandado e investigação por participação no esquema e vigilância ilegal.
• Referência: (Financial Times)
Paulo Sergio Neves de Souza – ex-diretor de fiscalização do Banco Central
• Situação: investigado por fornecer orientação regulatória ao banco enquanto ocupava cargo público.
• Data: investigação revelada em mar. 2026.
• Referência: (Reuters)
Belline Santana – ex-chefe de supervisão bancária do Banco Central
• Situação: investigado pelo mesmo motivo.
• Referência: (Reuters)
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2. Ministros do STF citados em mensagens ou documentos
⚠️ Sem acusação formal até agora, mas citados em material da investigação.
Dias Toffoli
• Situação: citado em mensagens extraídas do celular de Vorcaro.
• Data: 12 fev 2026 – afastou-se da relatoria do caso no STF.
• Referência: (Reuters)
Alexandre de Moraes
• Situação: mencionado em reportagens por ligações indiretas com pessoas ou escritórios ligados ao banco.
• Investigação analisa relações contratuais de escritório de advocacia familiar.
• Referência: (Expressão Brasiliense)
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3. Políticos citados em mensagens, contatos ou articulações
Campo do Centrão / direita
Ciro Nogueira – PP (direita/centrão)
• Situação: citado em mensagens de Vorcaro como “grande amigo”.
• Também apresentou proposta para aumentar a cobertura do FGC, medida que poderia beneficiar bancos médios como o Master.
• Data da revelação: 5 mar 2026.
• Referência: (VEJA)
Arthur Lira – PP (centrão)
• Situação: citado em reportagens sobre articulação política do banco no Congresso.
• Referência: (Infoverus)
Antônio Rueda – centro-direita
• Situação: citado como articulador político em redes de apoio ao banco.
• Referência: (Infoverus)
Ibaneis Rocha – MDB (centro-direita)
• Situação: citado por reuniões sociais com o banqueiro durante negociações envolvendo o banco BRB.
• Referência: (Correio Braziliense)
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Campo ligado ao PT / centro-esquerda
Guido Mantega – PT (esquerda)
• Situação: citado como intermediário de contatos políticos do banqueiro.
• Reportagens afirmam que teria facilitado tentativas de reunião com autoridades econômicas.
• Referência: (O Hoje)
Fernando Haddad – PT
• Situação: citado em relatos de tentativa de aproximação política do banco por meio de intermediários.
• Referência: (O Hoje)
Rui Costa – PT
• Situação: citado em reportagens sobre interlocução política envolvendo empresários ligados ao banco.
• Referência: (Expressão Brasiliense)
Jaques Wagner – PT
• Situação: mencionado em articulações políticas ligadas a empresários associados ao banco.
• Referência: (Expressão Brasiliense)
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4. Outras figuras jurídicas ou políticas mencionadas
Michel Temer – MDB (centro)
• Situação: citado como consultor jurídico procurado pelo banco em negociações institucionais.
• Referência: (Correio Braziliense)
Ricardo Lewandowski – associado ao campo progressista
• Situação: teve o Banco Master como cliente em período após deixar o STF.
• Referência: (Correio Braziliense)
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5. Síntese do caso
• O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025 após suspeitas de fraude financeira bilionária.
• A Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal e autorizada pelo STF, investiga corrupção, lavagem de dinheiro e manipulação de ativos financeiros.
• O rombo estimado pode ultrapassar R$ 40 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos. (Reuters)
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✅ Resumo
O escândalo do Banco Master envolve o banqueiro Daniel Vorcaro, preso na operação da Polícia Federal que investiga fraude financeira e corrupção. Nas investigações surgiram menções a autoridades do Banco Central e nomes da política brasileira. Entre os citados em mensagens ou reportagens estão Ciro Nogueira (PP), Guido Mantega (PT), Arthur Lira (PP), Rui Costa (PT), Jaques Wagner (PT) e Michel Temer (MDB). No STF, o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria após aparecer em mensagens apreendidas, enquanto Alexandre de Moraes foi citado em reportagens por relações indiretas. Até agora, a maioria dessas autoridades não é formalmente investigada, mas aparece no material analisado pela Polícia Federal e pela imprensa.
(ChatGpt)
Obsevação.
A citação do Haddad pelo O Hoje não foi depreciativa.
Nos bastidores do Planalto, cresce o incômodo de Lula com Moraes
Barba anda reclamando de Moraes em conversas privadas.
Seu incômodo é que os rolos em que o ministro está metido estão respingando nele, que nada tem a ver com os contratos e os contatos de Moraes e família.
O Globo, Opinião, 15/03/2026 06h20 Por Lauro Jardim
Quanto ao Lula e Moraes, aplique-se o adágio da Realpolitik que um mandário nunca deve nomear alguém que não possa ser demitido como assessor.
Lula escolheu muito mal seus cabos eleitorais.
Brasil bate recorde histórico de endividamento: mais de 80% das famílias estão no vermelho.
Nome sujo, juros altos e 72 milhões de brasileiros endividados: a nova crise social brasileira.
Inadimplência recorde: juros altos impulsionam colapso financeiro das famílias.
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A situação dos endividados no Brasil atingiu nível crítico em 2026, com recorde de mais de 80% das famílias endividadas e inadimplência próxima a 30%, impulsionada por juros altos (Selic a 15%) e uso intensivo de cartões de crédito.
A crise afeta a saúde mental, com alta do “nome sujo” entre a população ativa, gerando um ciclo vicioso de juros sobre juros e insolvência.
Recorde Histórico: Mais de 80% das famílias brasileiras possuem algum tipo de dívida (cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, etc.), com a inadimplência subindo para cerca de 29,6% a 30,2%.
A “Bomba” do Cartão: O cartão de crédito é o principal vilão, sendo citado por até 85% dos endividados.
Comprometimento da Renda: Quase 30% da renda familiar está comprometida com o pagamento de dívidas, limitando o consumo e a sobrevivência.
Impacto Psicológico: Segundo a Serasa, mais de 80% dos endividados relatam dificuldade para dormir e 53% sentem medo do futuro.
Cenário Empresarial: A crise não é apenas das famílias; empresas inadimplentes atingiram patamar de 7,2 milhões em 2025.
Juros e Inflação: A taxa Selic em níveis elevados (15%) torna o refinanciamento insustentável, e a previsão é de picos de insolvência ao longo de 2026.
Não há mágica ou marquetagem do estatístico-mor do governo que dê jeito.
Alta da inflação e endividamento das famílias tiram o sono de Lula
O Palácio do Planalto teme que o choque do petróleo frustre as principais apostas políticas de Lula para sua campanha de reeleição
A guerra no Oriente Médio introduziu uma variável externa que pode alterar significativamente o cenário político brasileiro em pleno ano eleitoral, sobretudo a estratégia de reeleição do presidente Lula.
A escalada do conflito e o risco de interrupção do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz provocaram a disparada do preço do barril, que chegou a ultrapassar a casa dos US$ 120 antes de recuar para a faixa de US$ 100.
Governos do mundo inteiro estão diante da ameaça de inflação doméstica e desgaste político.
(…)
Correio Braziliense, Política, 13/03/2026 – 06:43 Por Luiz Carlos Azedo
Escolhendo muito mal seus cabos eleitorais, Lula nem pode ficar livres deles.
Não são Marcos valeiros.
https://m.youtube.com/watch?v=asJUPtmsOOA&pp=ugUHEgVwdC1CUg%3D%3D
…não são Marcos valeiros…
A existência dessas duas figuras corruptas como presidentes da câmara e senado, deve-se ao apoio que o PL lhes deu