
Processo seguirá a tramitação normal
Pepita Ortega
O Globo
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro faltou, na tarde desta terça, ao interrogatório da ação em que é réu por coação no curso do processo. A ausência não implica em qualquer prejuízo para o ex-parlamentar e o processo vai seguir a tramitação normal. Por outro lado, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro abre mão, pela segunda vez, de se defender no âmbito do processo.
VIDEOCONFERÊNCIA – O procedimento ao qual Eduardo Bolsonaro faltou aconteceu por videoconferência. Trata-se de uma audiência de instrução que, em razão da ausência, durou apenas dois minutos. Após o interrogatório ser considerado prejudicado, o juiz auxiliar do gabinete do relator, Alexandre de Moraes, determinou que a defesa do ex-deputado e a Procuradoria-Geral da República apresentem, em até cinco dias, possíveis requerimentos de outras diligências a serem feitas no bojo da ação.
O magistrado ainda anotou que, Moraes abrirá o prazo para as alegações finais – quando a defesa e a acusação apresentam os últimos argumentos antes do julgamento de mérito do caso. Para que se passe a tal momento processual, o relator terá que determinar o encerramento da etapa de produção de provas do caso.
INTIMAÇÃO – O STF tentou intimar Eduardo Bolsonaro da decisão que marcou a audiência, mas não teve sucesso. Em fevereiro, Moraes determinou a citação por edital do ex-deputado, em razão de ele se encontrar, “de forma transitória, fora do território nacional”.
O ex-deputado, no entanto, não apresentou a defesa prévia nem constituiu advogados para representá-lo. Por essa razão, a Defensoria Pública da União passou a defender o ex-parlamentar.
O ex-deputado é acusado de articular sanções contra autoridades brasileiras — incluindo tarifas de exportação, suspensão de vistos e até a aplicação da Lei Magnitsky — em um esforço para pressionar e intimidar o STF às vésperas do julgamento que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
Apesar do tiro de canhão no próprio pé de 2025…
Abriu mão de ser interrogado pelo tribunal da inquisição do capiroto…
Dudu Bananinha.
O que produziu essa figura no interesse ca coletividade?
Ninguém merece.
O atual STF se desmoraliza sozinho.
Figuras como Dudu mais atrapalham do que ajudam.
Sr. Pedro
O Fritador de Hamburguer traiu seus eleitores…
Os eleitores deveriam cobrá-lo pelos votos lhe conferido nas Urnas…..
741.701 eleitores que jogaram na lata do seu seu voto….
aquele abraço
Moraes, recebeu aquela notificação?
Mais um eleitor da Ladrão de Nove Dedos..
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“Como Alessandro Vieira tornou-se agente do crime organizado
A CPI criada para investigar o crime organizado chega à conclusão que é preciso indiciar as instituições que combatem o crime organizado.
Por Luis Nassif
Em 120 dias de funcionamento, 18 reuniões e 220 páginas de documentos, a CPI realizou um levantamento dos crimes relacionados às atividades econômicas, à lavagem de dinheiro e de infiltração no poder público, com destaque para o caso do Banco Master. Até aí, trabalho legítimo. O problema está na conclusão: depois de toda essa investigação, o relator escolheu pedir o indiciamento de três ministros do Supremo Tribunal Federal — Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes — e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, por supostos crimes de responsabilidade.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, não foi indiciado. Fabiano Zettel, seu cunhado e operador financeiro identificado pela própria CPI como responsável por pagamentos ilegais, não foi indiciado. Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central que autorizou a absorção do Master pelo BRB, não foi indiciado.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, resumiu a contradição: “Do ponto de vista de indiciamento, Zettel não foi indiciado, Daniel não foi indiciado, o ex-presidente do Banco Central não foi indiciado.” Wagner votou contra. Soraya Thronicke, que não é governista, também votou contra. O presidente da CPI, Fabiano Contarato, igualmente se opôs.
A questão que o relatório levanta — e que recusa responder — é estrutural: uma CPI criada para investigar o crime organizado pode encerrar seus trabalhos tendo escolhido como alvo principal as instituições que investigam o crime organizado?
https://jornalggn.com.br/politica/como-alessandro-vieira-tornou-se-agente-do-crime-organizado/
Sr. Jaco,
Não adianta explicar tudo isso que o Sr. escreveu.
A Central tá determinada e acabar com o STF.
Querem fechá-lo!
São os fascistas, travestidos de demócratas.
Eles estão com a ideia fixa, e querem uma ditadura de qualquer maneira.
O STF não é perfeito, mas melhor com ele do que sem ele.
Imagine ficarmos nas mãos do congresso?
Eu até tinha alguma simpatia pelo Alessandro Vieira, mas o relatório final é insano.
Poderia ter disfarçado e incluir uns cem ladrões que temos conhecimento.
Poupou o nunes marques, que também recebeu grana do vorcaro, através do escritório do filho.
A CPI, foi uma palhaçada!
O país está sem rumo e ninguém irá preso.
Tenho dito isso aqui trocentas vezes.
Quem vai pagar a conta?
Como sempre seremos nós, os otários de plantão.
Um abraço,
José Luis
Concordo, a intenção é claramente uma ditadura. O ataque ao STF é um sinal clássico.
Basta dar uma olhada na História.
Um abraço sr, José Luis.
O Eduardo está contando com a vitória do irmão para se livrar do que atualmente foge.
Eduardo sabia que seria escarmentado pela Gestapo do Barba se exilou nos Estados Unidos.
No regime militar assaltantes, sequestradores, assassinos e ladrões fugiram do país e só voltaram com a anistia de Figueiredo.
Imaginem se Eduardo tivesse sequestrado algum embaixador comunista como esses ladrões fizeram com ao embaixador americano.
Perguntem ao Gabeira o que eles queriam, tomem vergonha na cara, aqueles são do mesmo time que está aí, os que explodiram o sentinela e colocaram bomba no aeroporto de Guararapes.
Era golpe comunista já que a Intentona de 35 mascou.