Ex-chefe do BRB devia ao banco e recebeu R$ 74 milhões em imóveis, aponta PF

10 thoughts on “Ex-chefe do BRB devia ao banco e recebeu R$ 74 milhões em imóveis, aponta PF

  1. A vergonhosa matéria da Folha que faz revisionismo histórico com o impeachment de Dilma Rousseff

    Jornal faz revisionismo histórico ao classificar impeachment como tese petista, ocultando a influência de Sergio Moro na queda.

    Nassif

    Às vésperas do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff completar 10 anos, o jornal Folha de S. Paulo decidiu publicar uma matéria que beira uma tentativa vergonhosa de fazer revisionismo histórico com o episódio que levou à derrubada da primeira mulher eleita presidente da República neste país. Na reportagem divulgada na noite de quarta (15), Folha tratou o golpe parlamentar como uma “tese petista” e forçou a caneta na teoria das pedaladas fiscais como justificativa plausível para a cassação.

    Na história contada pela Folha, Dilma caiu simplesmente porque era uma “mulher dura”, porque tinha pouco apoio no Congresso, porque não soube lidar com os protestos durante as jornadas de 2013 e porque tomou decisões erradas na economia. Para “mascarar” esses resultados ruins e tentar segurar sua popularidade, ela teria recorrido às pedaladas fiscais. A “pauta bomba” implementada no Congresso pelo Centrão e a vendeta de Eduardo Cunha contra a petista tiveram menções rápidas.

    Como papel aceita tudo, o jornal preferiu induzir o leitor mais desavisado a acreditar, 10 anos depois, que a ex-presidente caiu quase que por conta própria. Nenhuma linha foi escrita sobre como a Lava Jato — com apoio da própria Folha e outros jornais da grande mídia — foi crucial na formação da tempestade perfeita que resultou no golpe parlamentar contra Dilma.

    É de se perguntar o que aconteceu com a memória dos editores da Folha, que deixaram de lado, por exemplo, os diálogos do ex-senador Romero Jucá, obtidos com exclusividade pelo próprio jornal, dizendo que o impeachment de Dilma seria parte de um “pacto” para “estancar a sangria” provocada pela Lava Jato. Era “preciso botar o Michel [Temer], num grande acordo nacional”. “Com o Supremo, com tudo”. As pedaladas foram apenas um falso verniz de legalidade passado na capa do processo que traumatizou o Nação.

    Curiosamente, Folha também marginalizou as pesquisas encomendadas ao Instituto Datafolha. Nelas, vale recordar, o principal motivo apontado pelos brasileiros favoráveis à saída da então presidente sempre foi a imagem de um governo associado à corrupção. Questões econômicas ficaram em segundo plano. O Brasil foi contaminado, sim, pela ideia de que era preciso tirar a “corrupção do PT” do poder a qualquer custo. Essa imagem de governo corrupto foi construída minuciosamente sob a batuta de Sergio Moro, que só fez tudo o que fez justamente porque jornais como Folha serviram de correia de transmissão dos interesses políticos da Lava Jato.

    A história real é bem mais multifacetada do que a Folha fez parecer. As pedaladas foram apenas um pretexto para o tapetão. A personalidade “difícil” de Dilma, destacada mais uma vez pelo jornal, só ressalta o machismo eternamente impregnado na mídia brasileira. A omissão do que realmente foi o papel da Lava Jato e dos órgãos de imprensa que atuaram em conluio com Sergio Moro, gritou mais alto.

    https://jornalggn.com.br/noticia/a-vergonhosa-materia-da-folha-que-faz-revisionismo-historico-com-o-impeachment-de-dilma-rousseff/

  2. Sr. Newton

    Veja o Diárreia Ladrão dentro do Banco MasPTer….

    Eles contam mentiras , mas.,……

    “””..O Banco Master concedeu quase R$ 6 bilhões em empréstimos consignados desde que assumiu o programa Credcesta da Bahia, em 2018, até a decretação de sua liquidação pelo Banco Central, em novembro de 2025… .”””

    • “Nenhum gerente ou funcionário de banco pede senhas, dados financeiros e muito menos que ele faça uma transação bancária para resolver supostos problemas na conta. Se receber este tipo de contato, encerre-o na hora. Se tiver dúvidas, contate os canais oficiais do banco”, alerta Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

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