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PF vê propina em negócio entre BRB e Master
Malu Gaspar
Johanns Eller
O Globo
O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, preso na última quinta-feira (16) pela Polícia Federal (PF), tinha uma dívida milionária com a própria instituição que controlava quando recebeu seis apartamentos do CEO do Banco Master, Daniel Vorcaro, avaliados em R$ 74 milhões que teriam servido como propina para deslanchar a malfadada compra da instituição pela estatal de Brasília.
Enquanto os apartamentos eram repassados a Costa, ele devia R$ 1,9 milhão ao próprio BRB. A informação foi divulgada pelo Valor Econômico e confirmada pela equipe da coluna. O passivo é cobrado na Justiça pelo banco de Brasília e se refere a aproximadamente R$ 800 mil em empréstimo com desconto na folha, R$ 978 mil em crédito consignado e R$ 172 mil em cartão de crédito e cheque especial.
VANTAGENS DO MASTER – Ou seja: segundo a tese dos investigadores da PF, o então executivo do BRB teria recebido em vantagens do Master um patrimônio estimado em valores quase 40 vezes superiores ao devido por ele à própria instituição estatal. Costa foi afastado do comando do banco em novembro do ano passado, na mesma data em que o Master foi liquidado pelo Banco Central (BC).
A Polícia Federal identificou quatro apartamentos em São Paulo e outros dois em Brasília repassados ao então presidente do BRB pelo banqueiro. Um deles fica no Heritage, no Itaim Bibi, na capital paulista, cujas unidades podem chegar a mil metros quadrados e custam até R$ 42 milhões. Costa chegou a constar como morador do edifício.
Além do Heritage, o então dirigente do banco de Brasília teria escolhido, junto com a mulher, unidades nos condomínios Arbórea, One Sixty e Casa Lafer, em São Paulo, além do Ennius Muniz e do Valle dos Ipês, em Brasília.
ACERTO – Os imóveis faziam parte de um acerto entre o então chefe do BRB e Vorcaro para o pagamento de R$ 146 milhões em propina. No entanto, após a instauração de uma apuração do Ministério Público Federal (MPF) sobre as fraudes nas carteiras de crédito adquiridas do Master pelo banco de Brasília, Vorcaro determinou que as tratativas fossem “travadas” e que não se realizasse “mais nenhum pagamento” e nem a “formalização registral das transações então acordadas com Paulo Henrique”, segundo as investigações.
Até aquele momento, os pagamentos feitos somavam R$ 74 milhões, segundo a decisão do relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que autorizou a prisão do ex-dirigente do BRB.
O esquema teria sido arquitetado pelo advogado Daniel Monteiro. Era ele quem administrava os fundos e contas que Vorcaro utilizava para desviar os recursos do Master e pagar propina para políticos e autoridades. Monteiro também foi preso na quinta-feira. Ele representou o Master na compra de ações do BRB que é investigada em um inquérito específico da Polícia Federal.
DINHEIRO DO MASTER – A dupla mobilizou fundos geridos pela Reag, controlada à época por João Carlos Mansur, parceiro de negócios de Vorcaro, para ocultar os repasses dos apartamentos para PH Costa. Nos últimos meses, corretores ligados ao CEO do banco privado vêm tentando se desfazer dos apartamentos, sem sucesso. Já estava espalhada no mercado a informação de que eles poderiam ter sido comprados por Vorcaro com dinheiro oriundo do esquema do Master.
Investigações da Operação Compliance Zero já tinham demonstrado que Costa manteve os repasses ao Master mesmo após o BC ter emitido diversos alertas sobre irregularidades nas compras das carteiras do Master.
Na primeira fase da operação, em novembro, quando Vorcaro foi preso pela primeira vez, a Polícia Federal chegou a pedir a prisão preventiva de Paulo Henrique Costa, mas a solicitação foi negada pela 10ª Vara Criminal de Brasília. À época, o caso Master tramitava na Justiça Federal, mas “subiu” para o Supremo no final do mesmo mês por decisão de Dias Toffoli.
ALEGAÇÃO – Em nota enviada à imprensa, a defesa de Daniel Monteiro disse que o advogado “permanece à disposição da Justiça” para prestar esclarecimentos e alegou que “sua atuação sempre se deu estritamente no âmbito técnico, advogando para o Banco Master, assim como para diversos outros clientes”.
Procurada após a operação da PF, a defesa de Paulo Henrique Costa não se manifestou. Em entrevista à imprensa, um dos defensores do executivo, Cléber Lopes, classificou a prisão como “absolutamente desnecessária” e alegou que seu cliente “não representa nenhum perigo para as investigações”. O advogado disse ainda estar convencido de que Costa “não praticou crime nenhum”.
A vergonhosa matéria da Folha que faz revisionismo histórico com o impeachment de Dilma Rousseff
Jornal faz revisionismo histórico ao classificar impeachment como tese petista, ocultando a influência de Sergio Moro na queda.
Nassif
Às vésperas do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff completar 10 anos, o jornal Folha de S. Paulo decidiu publicar uma matéria que beira uma tentativa vergonhosa de fazer revisionismo histórico com o episódio que levou à derrubada da primeira mulher eleita presidente da República neste país. Na reportagem divulgada na noite de quarta (15), Folha tratou o golpe parlamentar como uma “tese petista” e forçou a caneta na teoria das pedaladas fiscais como justificativa plausível para a cassação.
Na história contada pela Folha, Dilma caiu simplesmente porque era uma “mulher dura”, porque tinha pouco apoio no Congresso, porque não soube lidar com os protestos durante as jornadas de 2013 e porque tomou decisões erradas na economia. Para “mascarar” esses resultados ruins e tentar segurar sua popularidade, ela teria recorrido às pedaladas fiscais. A “pauta bomba” implementada no Congresso pelo Centrão e a vendeta de Eduardo Cunha contra a petista tiveram menções rápidas.
Como papel aceita tudo, o jornal preferiu induzir o leitor mais desavisado a acreditar, 10 anos depois, que a ex-presidente caiu quase que por conta própria. Nenhuma linha foi escrita sobre como a Lava Jato — com apoio da própria Folha e outros jornais da grande mídia — foi crucial na formação da tempestade perfeita que resultou no golpe parlamentar contra Dilma.
É de se perguntar o que aconteceu com a memória dos editores da Folha, que deixaram de lado, por exemplo, os diálogos do ex-senador Romero Jucá, obtidos com exclusividade pelo próprio jornal, dizendo que o impeachment de Dilma seria parte de um “pacto” para “estancar a sangria” provocada pela Lava Jato. Era “preciso botar o Michel [Temer], num grande acordo nacional”. “Com o Supremo, com tudo”. As pedaladas foram apenas um falso verniz de legalidade passado na capa do processo que traumatizou o Nação.
Curiosamente, Folha também marginalizou as pesquisas encomendadas ao Instituto Datafolha. Nelas, vale recordar, o principal motivo apontado pelos brasileiros favoráveis à saída da então presidente sempre foi a imagem de um governo associado à corrupção. Questões econômicas ficaram em segundo plano. O Brasil foi contaminado, sim, pela ideia de que era preciso tirar a “corrupção do PT” do poder a qualquer custo. Essa imagem de governo corrupto foi construída minuciosamente sob a batuta de Sergio Moro, que só fez tudo o que fez justamente porque jornais como Folha serviram de correia de transmissão dos interesses políticos da Lava Jato.
A história real é bem mais multifacetada do que a Folha fez parecer. As pedaladas foram apenas um pretexto para o tapetão. A personalidade “difícil” de Dilma, destacada mais uma vez pelo jornal, só ressalta o machismo eternamente impregnado na mídia brasileira. A omissão do que realmente foi o papel da Lava Jato e dos órgãos de imprensa que atuaram em conluio com Sergio Moro, gritou mais alto.
https://jornalggn.com.br/noticia/a-vergonhosa-materia-da-folha-que-faz-revisionismo-historico-com-o-impeachment-de-dilma-rousseff/
Sr. Newton
Veja o Diárreia Ladrão dentro do Banco MasPTer….
Eles contam mentiras , mas.,……
“””..O Banco Master concedeu quase R$ 6 bilhões em empréstimos consignados desde que assumiu o programa Credcesta da Bahia, em 2018, até a decretação de sua liquidação pelo Banco Central, em novembro de 2025… .”””
Comprador do Credcesta na gestão Rui Costa, Augusto Lima botou R$ 75 milhões em fundo em um único dia
Crédito consignado foi arrematado no governo Rui Costa (PT) e gerido pelo Banco Master, de Daniel Vorcaro
A bicharada está solta!
https://web.archive.org/web/20030609103208/http://centrexnews.com/columnists/svali/archive.html
EUA manda aviso ao Brasil sobre ofensiva que fará contra CV e PCC
O governo dos Estados Unidos enviou recado ao presidente do Banco Central do Brasil sobre ofensiva que pretende fazer contra as facções
https://www.metropoles.com/colunas/paulo-cappelli/eua-manda-aviso-ao-brasil-sobre-ofensiva-que-fara-contra-cv-e-pcc
Sr. Newton,
Veja o “legado” de cinco mandatos do Maior Ladrão do Meu Dinheiro que o Mundo já viu…
O Ladrão é um dos maiores aliados da bandidagem que tomou conta do Páis….
Golpe do falso gerente: idosa perde mais de R$ 700 mil para estelionatários
https://www.youtube.com/watch?v=bcKzJeeWprg
IMPOSTO É ROUBO!
T.I – Alerta Geral
Como funciona o novo golpe do falso gerente
Febraban informa que nenhum funcionário de banco
liga para o cliente e pede dados financeiros, tampouco que faça transações para resolver supostos problemas na conta e alerta para novo golpe
https://istoedinheiro.com.br/novo-golpe-falso-gerente
“Nenhum gerente ou funcionário de banco pede senhas, dados financeiros e muito menos que ele faça uma transação bancária para resolver supostos problemas na conta. Se receber este tipo de contato, encerre-o na hora. Se tiver dúvidas, contate os canais oficiais do banco”, alerta Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Senador Alessandro Vieira não se intimida, antecipa sua defesa e humilha Gilmar juridicamente.
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/81806/senador-alessandro-vieira-nao-se-intimida-antecipa-sua-defesa-e-humilha-gilmar-juridicamente